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Por detrás das palavras

Opinião | "Devo-te a Felicidade" de Sophie Kinsella


Classificação: 5/5 Estrelas

Estou a descobrir Sophie Kinsella aos poucos. Ainda li poucos livros desta autora, mas os livro que li deixaram-me memórias divertidas e com mensagens positivas. 
Devo-te a Felicidade, o livro publicado recentemente, não defraudou as expetativas criadas a partir de leituras anteriores. 

Todo o livro é narrado pela inteligente e generosa Fixie Farr. Adorei a Fixie e identifiquei-me imenso com ela. Tal como ela, muitas vezes, tenho a necessidade de concertar as coisas à minha volta. Outras também não exprimo a minha opinião porque acho que não será ouvida nem valorizada. Eu tenho algumas coisas da Fixie e, por isso, consegui perceber todo o seu comportamento e atitudes. Só fiquei zangada com ela em relação ao Ryan.

Ryan é o típico parasita! Desde as primeiras vezes que ele aparece que eu percebi que valia zero. Não consegui perceber o fascínio de Fixie por ele. O engraçado é que acho que ao fim de umas páginas ela também não conseguiu perceber o que ele tinha que tanto a encantava. Foram um par ótimo para me arrancar algumas gargalhadas e me dar ganas de saltar para dentro do livro e: 1) espancar o Ryan pelo seu tom parvalhão; e 2) Abanar a Fixie até ela acordar do "coma amoroso".

E no meio de todo o caos que é a vida de Fixie surge Sebastien, o homem que a fará brilhar. Ofereceram luz um ao outro. Aquilo que mais gostei foi assistir ao nascimento da amizade entre eles. O nível de entendimento deles é surreal. A escritora conseguiu captar a essência de uma bonita amizade, daquelas que se alimentam da presença e do amor incondicional que devotamos àqueles que ficam no nosso coração e que queremos que façam parte da nossa vida. 
É na interação entre Fixie e Sebastien que fiquei a conhecer os diferentes lados da generosidade. E perceber, também, que nem todos os seus lados são benéficos e geradores de energias positivas. Por vezes, a generosidade, coloca-nos numa posição de maior fragilidade perante os outros, porque abusam daquilo que as pessoas têm para oferecer. Infelizmente, Fixie é um exemplo disso mesmo. Poucos a valorizavam, mas muitos sugavam a generosidade e a beleza especial que habitava dentro dela (já deu para perceber que adorei esta Fixie). 

O Sebastien é daquelas personagens que eu gostava que existissem na realidade só pelo prazer de travar uma amizade e de me proporcionar conversas inteligentes. É igualmente generoso, mas com uma força diferente da Fixie. É mais assertivo e confiante. E são esses aspetos que transformarão a Fixie numa ninja muito especial. 

Tenho, também, de destacar Nicole, a irmã de Fixie. A sua aura zen, que tanto atrofia Fixie, foi das coisas que mais me fez rir no livro. Nicole tem o seu jeito particular de ver o mundo, não se deixando abalar por nada deste mundo. Mas nem sempre a sua postura descontraída a colocava em posição favorável. 

Leila é uma outra personagem que me ficou na memória e no coração. É uma personagem querida e com mais conteúdo cerebral do que aquele que parece ter ao início. Vale a pena conhecê-la mais a fundo. 

Há muitas outras personagens e todas elas com mensagens muito importantes. Valorização dos valores materiais e do estatuto, a maneira como nos relacionamos e a sua influência nos comportamentos de cada... É um livro que conjuga na perfeição mensagens positivas e valores morais ao mesmo tempo que oferece momentos divertidos.
Emocionei-me, diverti-me e ri imenso. O livro é tão positivo que mexeu logo com o meu humor e com ajudou-me a encarar a semana com mais leveza. Livros destes valem sempre a pena ler. Recomendo.

Nota: O e-book foi-me cedido pela editora em troca de uma opinião honesta.

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Os motivos]


A Daniela anda numa fase na vida de leitora muito agarrada a thrillers e policiais. Este facto estava-me a deixar sem saber muito bem o que lhe enviar desta vez.
Por um lado não queria alimentar-lhe esta fase, por outro não queria correr o risco de lhe enviar um livro que lhe fosse oferecer uma má leitura. 

Sendo assim pedi-lhe uma letra do alfabeto. Essa letra deveria ser a inicial do nome ou do sobrenome do escritor. Assim, limitaria um pouco mais as minhas opções de escolha e colocava um pouco da responsabilidade da escolha na Daniela.

Ela escolheu a letra M. Olhei para a estante e pensei "Amor com amor se paga", por isso só lhe poderia enviar um livro de fantasia. 
É um género que ela gosta e sabe apreciar muito mais do que eu, é um género que lhe vai permitir quebrar um pouco esta fase em que ela está submersa no mundo dos crimes e que lhe poderá oferecer bons momentos de leitura.

Assim sendo, o livro escolhido foi...
O Filho de Thor
Juliet Marillier

O Filho de Thor (Saga das Ilhas Brilhantes, #1)

Passe no blog da Daniela, Quando se abre um livro, para conhecerem as reações dela. 

Opinião | "Persuasão" de Jane Austen

Persuasão
Classificação: 2/5 Estrelas

O primeiro livro que li da Jane Austen foi Orgulho e Preconceito e gostei muito. Desde aí não voltei a pegar em nenhum livro desta escritora, apesar de ter dois livros da escritora na estante.
Este ano decidi que seria o ano em que voltaria a pegar num livro de Jane Austen. Infelizmente não consegui gostar tanto como o primeiro livro que li.

Persuasão foi uma leitura confusa e pouco estimulante. Custou-me imenso ler este livro. A edição não ajudava, mas a história também não me cativou na medida certa. Não senti uma enorme vontade de ler, não estava presa às personagens e o meu grau de curiosidade perante a forma como tudo se iria resolver era quase nulo.

Jane Austen continua fiel a si mesma no que respeita à crítica social e ao papel da mulher em sociedade.

Gostava que partilhassem comigo as vossas impressões relativamente a este livro. Também gostaria que me indicassem um livro de Jane Austen que vos tenha encantado (para além do Orgulho e Preconceito). Quero ler um novo livro da autora, mas estou com receio que as coisas não corram muito bem. 

Opinião | "Os Invisíveis" (2017) (Original: Die Unsichtbaren)


No último fim-de-semana de Agosto fui visitar uma amiga a Lisboa. Após o jantar escolhíamos sempre um filme para ver. Calhou-me a mim fazer a escolha num dos dias e, pela leitura da sinopse, selecionei Os invisíveis. 

Os invisíveis é um filme que nos conta a história de alguns judeus que durante a Segunda Guerra Mundial viveram clandestinamente, evitando os campos de concentração. Inicialmente pensei que seria apenas ficção, não esperava que o filme fosse enriquecido com as histórias de vida das pessoas que serviram de inspiração às personagens da história. Assim, o filme é a reprodução de um conjunto de histórias verídicas de pessoas que viveram aquele pesadelo, e que são contadas na terceira e na primeira pessoas. 

Eu adorei o filme. Fiquei presa ao ecrã e às diferentes histórias das pessoas que passaram fome, perderam a casa, perderam as pessoas que amavam... É um filme duro. 
Foi um filme que gerou uma discussão saudável com a minha colega. Basicamente a nossa discussão gerou em torno das questões: 1) De onde vem a coragem de abandonar alguém que amamos, ou seja, evitamos a morte, mas deixamos que aqueles que amamos serem enviados para a morte; 2) O que leva uma pessoa a provocar deliberadamente sofrimento na outra; 3) Como será continuar na vida carregando todo o trauma e stress a que foram sujeitos durante aqueles anos e 4) Quão difícil foi para aqueles que ajudaram estes judeus a sobreviver à guerra. 

Não chegamos a grandes conclusões, mas conseguimos empatizar com as escolhas dos protagonistas dos filmes e com o seu sofrimento. Uma grande reflexão que fizemos é que num meio onde prevalecia a luta pela sobrevivência, de certeza que muitas as escolhas eram racionais e não emocionais. Os níveis de angústia, tristeza e stress deviam estar num nível capaz de toldar as emoções de qualquer pessoa. 

Muitas vezes os professores de História procuram filmes para complementar a matéria dada em contexto de sala de aula. Na minha opinião, aos professores que estão darão aulas sobre este negro período da história, este filme é uma excelente escolha e um excelente ponto de partida para uma discussão e reflexão saudável e didática. 

Desafio de Escrita dos Pássaros #1 | Quando não são apenas coisas de miúdos(as)

Apresentação Desafio dos Pássaros - Desafio de escrita durante 17 semanas
 

Tema 1: Problemas, só problemas

Esta semana marca o início de mais um ano letivo. Muitas escolas voltam a encher-se de risos, de brincadeiras e de momentos de aprendizagem. Porém, para algumas crianças/adolescentes é também um local de tristeza, de abusos e de ameaças. 
 
O bullying sempre existiu. As crianças/adolescentes alimentam uma espécie de crueldade sem limites ou barreiras. Porém, muitas vezes esta realidade é muito camuflada e desvalorizada. Já me cruzei com professores(as) que, perante o pedido de ajuda de pais e mães desesperados por verem os seus filhos(as) a sofrer, proferem a célebre frase “Não se preocupe, são coisas de miúdos…”. 
 
Como é que um pais e/ou mãe que assiste todos os dias ao sofrimento do filho(a) se pode contentar com esta frase? Como é que podem lidar com os sentimentos de inutilidade sempre que pretendem resolver este tipo de situação? E os professores(as), qual é realmente o seu papel? 
 
Muitas são as perguntas, mas nem sempre as respostas são as mais óbvias. O bullying é um problema real que precisa de soluções todos os anos. O meio escolar deverá reunir, continuamente, esforços que sensibilizem a comunidade escolar (pais, professores e alunos) para o fenómeno dando-lhe a real importância. Quer em casa, quer na escola as crianças/jovens devem sentir-se seguras e confiarem nas pessoas ao seu redor. Se isto acontecer, mais facilmente se sentirão capazes de pedir ajuda. 
 
Acima de tudo, não devemos desvalorizar os sinais de que algo está diferente com aquela criança ou jovem. É dar atenção a esses sinais, procurar compreendê-los e, sempre que necessário procurar ajuda profissional. Esta atenção não deverá ser unicamente direcionada para as vítimas. Também os(as) agressores(as) precisam de serem ouvidos e ajudados, porque ser vítima ou agressor é apenas a ponta de um icebergue onde podem estar escondidos muito outros problemas (ex: doença mental, abuso físico, violência doméstica, baixa auto-estima… entre muito outros). 
 
Por fim, não devemos deixar de lado um fenómeno mais recente, o cyberbullying. Este é um tipo de agressão em que os(a) agressores(as) usam a internet para “atacar” as suas vítimas. É um fenómeno ainda mais complexo porque as a identidade daquele(a) que agride fica protegida. Contudo o sofrimento é o mesmo. 
 
Em suma, é importante que todos estejam atentos às crianças e aos jovens e em que nenhum momento desvalorizem aquilo que eles sentem e que estão a passar.

Tag | Romances de época


Tomei conhecimento desta TAG através de uma publicação Sandra do blog/canal Mil estrelas no colo no instagram. Tal como a Sandra também sou fã de romances de época. Podem ver a TAG original aqui

1) “Ai, meus sais” – Um romance de época que te deixou agoniada.
Rebeldes
Abba Godbersen
The Luxe (Luxe, #1)

Esta leitura deixou-me agoniada porque foi extremamente aborrecida. Cheguei a uma altura em já só queria virar a última página para dar a leitura como terminada. É o primeiro livro de uma série, mas como não gostei não dei continuidade.

2) Espartilho – Uma protagonista que se sente presa às regras da sociedade em que vive.
Foi difícil encontrar uma protagonista para esta categoria, mas depois de alguma pesquisa pelas minhas opiniões lembrei-me da Lily do livro Uma noite de amor de Mary Balogh. De forma a conquistar o homem que ama ela tem de se ajustar a um conjunto de regras socais que eram desconhecidas para ela.

Uma Noite de Amor (Bedwyn Prequels #1)

Não foi um livro muito marcante. Aquilo que me ficou na memória foi o de uma leitura agradável sem grande sobressaltos emocionais.

3) Musselina – Um romance de época bastante leve.
Verão em Edenbrooke de Julianne Donaldson é um livro amoroso. É um livro que privilegia a amizade e o nascimento de um amor inocente. Para além disso, é preenchido por alguns momentos humorísticos que tornam a leitura muito agradável. Contrariamente a muitos livros deste género, este não tem cenas eróticas. Adorei este livro.
Verão em Edenbrooke (Edenbrooke, #1)


4) Varão – Um mocinho imponente.
Geralmente, os homens deste género literário são capazes de encher uma sala só com a sua presença e autoconfiança. Eu gosto muito de personagens inteligentes e acho que isso lhes dá um toque de especial imponência. Por isso, para esta categoria escolho o Simon do livro Crónica de Paixões e Caprichos de Julia Quinn. 
Crónica de Paixões e Caprichos  (Bridgertons, #1)

5) Fazer a corte – Um romance de época apaixonante.
Poderia colocar aqui alguns dos romances de época que me têm apaixonado ao longo dos anos. Mas para isto não ficar demasiado extenso escolho apenas um, Dias de Ouro de Jude Deveraux.

Dias de Ouro (Edilean, #2)

Neste livro tudo funciona. Personagens, cenário, acontecimentos... Foi uma leitura compulsiva e apaixonante. 

6) Baile – Um romance de época com um bom ritmo de leitura.
Para esta categoria escolho o livro que me fez apaixonar por uma escritora. Depois dele, todos os livros da autora passaram a ser obrigatórios para mim. Nunca me esqueças de Lesley Pearse fez-me voar pela história. Intenso, com uma personagem feminina muito forte... Um livro que foi devorado em poucos dias.
Nunca Me Esqueças

7) Chapéu – Uma história que você leva na memória.
Muitas vezes, as histórias ficam-me na memória devido às personagens. Há uma personagens dos livros da Julia Quinn com a qual, em termos de personalidade, me identifiquei muito. Essa personagem é a Francesca, por esta razão, A Bela e o Vilão ficou-me na memória e no coração.
A Bela e o Vilão (Bridgertons, #6)

8) Escapulidas nos jardins – Um romance de época cujo casal acaba violando as regras da sociedade.
Quando li esta categoria lembrei-me de um livro bastante ousado. O livro em questão é Tabu de Jess Michaels.
Tabu (Albright Sisters, #2.5)
É um livro em que o casal tem uns comportamento muito ousados. 

9) Chá da tarde – Uma autora britânica.
Emily Brontë - Esta é a autora de um dos livros que marcou a minha vida enquanto leitora. O Monte dos Vendavais é intenso e com uma história de amor doentia e intrigante. É um clássico que se lê muito bem e com uma leitura que cativa. 

10) Cinta liga – Um romance de época bastante sensual.
Um dos primeiros romances de época que li tinha imensas cenas de grande erotismo e sensualidade. O livro em causa é A Sedução de Nicole Jordon. 
A Sedução
11) Cartão de dança – Um romance de época que esteja na sua lista de leituras.
Existem vários romances de época que gostaria de ler. Um que já está na lista é Duas irmãs, um Duque de Eloisa James.
Duas Irmãs, Um Duque (Fairy Tales, #3)

Opinião | "Cinder" Marissa Meyer (Crónicas Lunares #1)

Cinder (Crónicas Lunares, #1)
Classificação: 3/5 Estrelas

Há uns anos atrás, a série Crónicas Lunares fez muito sucesso na comunidade literária da blogoesfera e do Booktube. Para além disso é um livro muito bem cotado pelos leitores do Goodreads. 
Eu queria algo diferente e que me desafiasse e a Daniela decidiu fazer-me a vontade. 

Iniciei esta leitura sem qualquer tipo de expetativas, pois toda eu sou a miss esquisitice no que respeita a livros que se inserem no género fantasia. São poucos os livros deste género literário que funcionam comigo. Para além disso não vos consigo indicar o que é que estes livros devem ter para me encantar. 
E foi envolta neste estado de espírito zen que iniciei a leitura de Cinder.

Um dos aspetos que me ficou do livro foi a capacidade criativa da escritora. Reconheço que estas páginas são produto de uma mente arguta e inteligente. E este foi um dos aspetos que me manteve na leitura: esta necessidade de ver até onde a autora era capaz de ir.
O "grande segredo" do livro deixa de ser segredo demasiado cedo. Não me incomodou, mas fez com que o livro perdesse um pouco do seu encanto aos meus olhos. Eu não me importo de livros previsíveis, mas em alguns casos a previsibilidade estraga um pouco o encanto porque criam uma enorme alarido em volta do mistério quando no fundo ele não causa nenhum mistério. 

Sempre mantive um interesse distante relativamente a este livro, ou seja, queria saber o que ia acontecer, o que é que a escritora iria inventar, mas nunca me senti emocionalmente ligada ao livro e às personagens. Li-o sem sentir e sem me emocionar. 
O que não abonou muito a favor do livro é o facto das personagens principais serem adolescentes. Algumas vezes isso é um entrave à minha ligação com o livro. Cinder é uma adolescente com alguma maturidade, mas em certas situações pareceu-me demasiado ingénua e não cheguei bem a perceber se Pearl a via realmente como uma irmã ou se segui o mesmo comportamento de Peony. Kai também me pareceu demasiado ingénuo em certos momentos da narrativa.

Levana é a personagem que mais curiosidade despertou em mim. Tive pena de não ver mais dela, de conhecê-la com mais profundidade e perceber melhor a sua origem e as suas motivações. 

O final apanhou-me de surpresa. Não esperava um final em aberto. Pensei que, apesar de ser uma série, os livros ofereciam histórias independentes. Isso chateou-me um bocado, mais porque esperava algo conclusivo. 
Dado que foi uma leitura que não decepcionou nem me apaixonou quero ler o seguinte no sentido de perceber o que afinal sinto em relação a esta série. E, claro, perceber o rumo que as personagens vão levar e ficar a conhecer até onde a escritora consegue esticar a sua criatividade.

Pré-desafio | Desafio dos Pássaros

Apresentação Desafio dos Pássaros - Desafio de escrita durante 17 semanas



Já há muito tempo que procurava um desafio de escrita. Queria desafiar-me, sair da minha zona de conforto, dar uso às palavras e às frases que tantas vezes andam no meu pensamento mas não chegam a conhecer a suavidade de uma página em branco. 

Enquanto andei entretida com a tese de doutoramento, este era um desafio utópico. A escrita científica consumia-me. Hoje continua a consumir-me, porque tenho de transformar aquelas páginas em artigos científicos, mas a pressão é diferente. Por isso, esta é altura ideal para abraçar novas aventuras pelo mundo da escrita. 

Em Agosto, numa das minhas limpezas ao computador, vi um desafio de escrita guardado que consistia em escrever cartas. Estive para fazê-lo, mas faltava ali qualquer coisa que me motivasse. Ainda não desisti, até porque gosto de escrever cartas. Hoje, enquanto vagueava pela internet cruzei-me com a informação relativa ao Desafio dos Pássaros. E pensei, porque não? 

Acho que o facto de serem várias pessoas a escrever oferece uma certa sensação de aconchego a uma atividade que poderá ser demasiado solitária. Para mim, a escrita, sai de dentro, sai das profundezas do meu espírito. É algo meu, algo que faço comigo mesma. Escrever é liberdade, é aventura, é amor, é alegria e tristeza… É pessoal. É tudo aquilo que lhe podermos e quisermos oferecer. Eu preciso disto! Preciso de saber até onde as palavras me podem levar e que caminhos me obrigam a percorrer.

Vou adorar ler as palavras de outras pessoas. Tenho a certeza que será um desafio inspirador.

Para mais informações podem consultar o blog Desafio de Escrita. Para além de todas as informações relativas ao desafio, irão encontrar os textos de todos os participantes. 

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