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Por detrás das palavras

Por detrás das palavras

13
Mai21

TAG | Coffee booktag

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Sim, este blogue já teve dias mais ativos! Porém, o dever sobrepõem-se ao lazer. Tenho tido dias intensos no trabalho o que me deixa menos disponibilidade mental para ler e para escrever. Contudo, há que sacudir a poeira e voltar a lugares que me fazem bem. E cá estou! De forma a me facilitar a vida trago uma tag. Já há muito tempo que não respondia a nenhuma e decidi que hoje era um bom dia para as trazer de volta ao blog.

Vi esta tag no blog Literatura presente, gostei e trouxe-a para aqui.
Não sendo uma grande apreciadora de café (sou team chá), tal não me impediu de achar piada às categorias.

Café expresso – um livro que leste muito rápido:
"Verity" de Colleen Hoover foi devorado em cerca de três dias. A autora soube usar as palavras, adensar o mistério e escurecer a história com uma mestria que não oferece indiferença ao leitor.

Café longo – o maior livro que já leste:
Eu sou fã de calhamaços. Quando tenho mais tempo disponível para ler, pegar num livro longo permite-me uma conexão mais especial com a história. Segundo o Goodreads, o livro mais longo que li foi "Nómada" de Stephanie Meyer (836 páginas).

Chafé – um livro que tinha tudo para ser excelente, mas não foi:
"Lá, onde o vento chora" de Delia Owens. É um livro amado por grande parte dos leitores. Fui em busca de uma conexão que não consegui ter. Acho que essa frustração de não me conseguir conectar da mesma forma que os outros leitores atrapalhou a minha experiência de leitura. A escrita é bonita, o drama é um dos meus géneros preferidos; contudo, senti falta da conexão especial que os outros conseguiram.

Chococino – Um livro que indicas para toda a gente: 
"O funeral da nossa mãe" da Célia Loureiro. Sei que muitos leitores preferiram o "Demência", no meu caso "O funeral da nossa mãe" foi aquele que mais me tocou. Fiquei muito feliz pela Célia ter decidido reeditar o seu livro.

Descafeinado – um casal sem química:
É engrado, mas nos livros não me consigo de lembrar de nenhum. Se for à categoria cinema, a tarefa torna-se mais fácil. 

Café com leite – um género que não te cansas de ler:
Thrillers e policiais. Acho que são daqueles livros que podem oferecer coisas diferentes e com intensidades diferentes. Por esta razão, não me cansam nem aborrecem.