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Por detrás das palavras

[Opinião] Mil noites de paixão (Medieval Series (Chronological order) #6)


Mil Noites de Paixão

Autor: Madeleine Hunter
Ano: 2012
Editora: ASA
Número de páginas: 334 páginas
Classificação: 2 Estrelas

Sinopse
Eles não têm absolutamente nada em comum.
Lady Reyna é uma mulher virtuosa e erudita, que preferia morrer a quebrar uma promessa ou voto.
Ian de Guilford é um sensual mercenário, um cavaleiro errante cujo temperamento fogoso lhe valeu a alcunha de Senhor das Mil Noites.
Ela não conhecia a sua fama quando, fazendo-se passar por cortesã, transpôs as linhas inimigas com um plano desesperado para salvar o seu povo. Agora está frente a frente com o guerreiro a cujos encantos, diz-se, é impossível resistir, Reyna apercebe-se que subestimou o inimigo. Ele está decidido a tudo para subjugar a sua virtude. A bem do seu povo, ela não pode ceder... e a sua audácia leva-a a fazer algo com que nunca sonhou: pôr em jogo o seu coração.

Opinião
De todos os livros que já li de Madeleine Hunter, este foi o que o menos gostei. Nunca tive uma grande adoração pelos livros desta autora, mas este em particular traduziu-se numa leitura bastante aborrecida. Em geral, acho que os livros de Madeleine Hunter têm histórias pouco interessantes e em alguma situações tornam-se leituras um pouco monótonas. Este livro em particular é muito confuso, uma vez que há certos elementos da história que, na minha opinião, foram mal desenvolvidos.

Reyna é das personagens femininas, de entre todos os livros que já li da autora, que mais gostei. É das mais corajosas, destemidas e capaz de insultar verdadeiramente os homens. Considero que este foi o único ponto positivo do livro.

Toda a parte não romântica do livro é uma verdadeira confusão. A autora deveria ter sido mais precisa e concisa na apresentação das partes em conflito, do porquê deste conflito e definir melhor as relações entre as personagens.

Ian é das personagens que mais confusa me deixou. Fiquei sem perceber muito bem como é que ele ali foi parar e a relação que ele mantinha com os outros dois cavaleiros. O passado dele também merecia maior destaque. Na minha opinião, aqui estaria uma boa história que daria um toque pessoal ao livro caso a autora tivesse pegado nesta parte de uma forma aprofundada.

Decididamente, a escrita e as histórias de Madeleine Hunter não fazem parte das minhas preferências literárias. São livros que se lêem, uns mais facilmente do que outros, mas não deixam marca, não mexem com as minhas emoções. Não escreverei aqui que nunca mais irei ler um livro de Madeleine Hunter. Se por acaso algum deles se cruzar comigo através de um empréstimo, dar-lhe-ei uma oportunidade. Porém, não conto pegar num livro da autora muito brevemente. Vou deixar dar um tempo para depois voltar a ler algo dela.

[Opinião] Lições de Desejo (Rothwell Brothers # 2)


Lições de Desejo

Autor: Madeleine Hunter
Ano: 2011
Editora: Asa
Número de páginas: 368 páginas
Classificação: 3 Estrelas

Sinopse
Se Phaedra Blair não possuísse tanta beleza e estilo, a alta sociedade achá-la-ia apenas estranha. Mas como a Mãe Natureza a dotou de ambas as coisas, consideram-na interessante e excêntrica. Ela é uma mulher à frente do seu tempo. Deseja liberdade e persegue um sonho. Apaixonar-se não está nos seus planos imediatos. Aliás, o seu primeiro encontro com Lorde Elliot não é auspicioso. Injustamente presa, será graças ao poder e charme do jovem que consegue escapar. Mas Phaedra depressa descobre que o preço da sua "liberdade" é ficar virtualmente ligada ao seu "herói". Pois Elliot Rothman não agiu apenas numa missão de boa vontade. O seu objectivo é garantir que Phaedra não publicará um manuscrito que ameaça destruir o bom nome da sua família, e para tal, ele está disposto a tudo. Não contava, porém, encontrar uma adversária à sua altura. Os dois jovens vão debater-se com as convenções de uma sociedade rígida e, acima de tudo, com sentimentos tão intensos quanto contraditórios.

Opinião
Parece que este será o ano de colocar em dia a leitura das obras de Madeleine Hunter. É o segundo livro que leio da autora este ano e ainda tenho mais um para ler.

E agora vocês perguntam: foi com estes livro que te conseguiste encantar com as obras de Madeleine Hunter? E a minha resposta é não. Mais uma vez não posso dizer que é um mau livro, mas também não é aquele tipo de livro memorável.

Tal como os livros anteriores é um livro agradável de ler, com uma narrativa que se vai desenvolvendo de forma satisfatória, mas que não consegue ter a intensidade suficiente de me deixar arrebatada pela história e pelos personagens.

Esperava mais de Phaedra Blair. Estava à espera de uma personagem mais forte, mais defensiva dos seus princípios e que desse mais luta a Elliot. Ela tornou-se tão submissa e tão emocionalmente ligada a ele que aquela resistência final em relação a um aspecto do livro, que eu não quero revelar porque é spoiler, parece exagerada e artificial perante a forma como os factos se foram desenvolvendo.

Gostei dos conteúdos ligados às descrições das cidades italianas por onde Phaedra e Elliot passavam, assim como dos aspectos ligados à arte.

Continuo a achar que há uma valorização da componente física em detrimento da componente emocional. Parece que para as personagens se apaixonarem, primeiro tem de haver uma ligação física. Este aspecto não é bom, nem mau. É uma escolha da autora e está mais relacionado com os leitores e aquilo que faz mais sentido para eles. Pessoalmente, acho que a tensão sexual entre as personagens e a atracção física surge de uma forma quase instantânea. Como se fossem atingidos por um raio e de repente pufff! tudo acontece!

É certo que para quem já leu outros livros de Madeleine Hunter e gostou muito, este vai de encontro as expectativas. Pessoalmente, continuo a achar que falta mais qualquer coisa a estes livros.     

[Opinião] Provocadora (As flores mais raras # 2)


Provocadora (The Rarest Blooms #2)

Autor: Madeleine Hunter
Ano:2013
Editora: Asa
Número de Páginas: 336 páginas
Classificação: 3 Estrelas

Sinopse
Verity Thompson desapareceu no dia do seu casamento. O seu paradeiro manteve-se secreto durante dois anos. Um longo período em que o marido, o conde de Hawkeswell, viveu na penúria e na incerteza. Verity deixou para trás uma fortuna imensa mas inacessível, pois o seu óbito não foi declarado. Nem poderia sê-lo pois ela está bem viva. Ao ser obrigada a casar, Verity fugiu de Londres e refugiou-se, incógnita, no campo. Sem qualquer interesse pelo título ou estatuto do marido, abdicou da sua fortuna em troca da liberdade. Mas o passado tem os seus próprios desígnios e a jovem vê-se agora obrigada a regressar à cidade e a um casamento sem amor. Por seu lado, o arrogante Hawkeswell está disposto a chegar a um acordo: se Verity lhe conceder três beijos por dia, ele não a obrigará a cumprir os deveres conjugais. Mas, claro, há beijos e beijos... e Verity vai perceber até que ponto se arruinou ao entregar-se às mãos hábeis de um mestre.

Opinião
Provocadora é o segundo livro da série As flores mais raras e o primeiro que leio desta série. Da autora é o terceiro livro que leio, mas ainda não me senti arrebatada com a escrita. Este livro não é um mau livro, mas também não é um bom livro. Foi uma leitura agradável, fluída mas que não me marcou o suficiente para mais tarde me recordar da história.

Verity é a personagem feminina principal do livro e que foge no dia do seu casamento. As razões desta fuga não são logo totalmente reveladas. O que contribui para me ir deixando presa à história.

O amor entre Verity e Lord Hawkeswell surge de uma forma estranha e um pouco artificial. Não senti uma ligação emocional entre eles, aspecto que a autora fez aparecer no final. Senti que foi uma ligação mais física, uma vez que é bem visível a sensualidade entre os dois e a forma como eles se envolvem fisicamente.

O que faltou para o livro me conseguir encantar mais? O estranho é que nem eu consigo identificar muito bem. Pelo título, estava à espera de uma Verity mais provocadora e não tanto submissa ao toque de Lord Hawkeswell. Quanto a este último, esperava que ele mostrasse uma personalidade mais vincada e arrogante em certos aspectos.

Para finalizar quero apensas destacar a minha curiosidade em relação a Katherine. Esta personagem é uma rapariga que é ajudada por Verity e que penso que esconde ali um segredo que dá origem a uma boa história e deverá ser uma das personagens femininas principais de um dos próximos livros da série.

Opinião | "Casamento de Conveniência" de Madeline Hunter (Medieval Series (Chronological order) #4)

Casamento de Conveniência (Medieval Series, #4)

 
Opinião
Este é o segundo livro que leio de Madeline Hunter e consigo, em termos de classificação, colocá-lo na mesma posição que o primeiro. Porém, gostei mais das personagens e do enredo que está por detrás do livro.
 
Christiana, uma jovem órfã que pertence à nobreza, encontra-se apaixona pelo seu cavaleiro Percy, mas vê-se obrigada a casar com David, um simples mercador (pertencente a uma posição social inferior à dela). Relativamente a esta paixão por Percy pareceu-me algo ambíguo... Faltou acontecimentos, faltaram diálogos iniciais que demonstrassem esse amor e veneração. Contudo, se estes aspectos tivessem existido no livro talvez tornassem difícil explicar a forma arrebatadora e instantânea com que Christiana se sentiu atraída para David.
 
David, a personagem que mais gostei, apresenta-se com uma personalidade bastante vincada. É um homem de sucesso em termos profissionais que oculta um passado muito distante da sua imagem inicial do livro. É um passado que deixa marcas e influência grande parte da sua conduta. O passado de David é algo que vai sendo mantido em segredo, é no final que os acontecimentos vão desvendando a verdadeira identidade e faceta de David.
 
É igualmente perceptível a evolução das personagens ao longo do livro. Na minha opinião, é Christiana quem mais evoluiu (embora continue a achar que falta mais informação inicial sobre Cristina e sobre a sua paixão pelo cavaleiro). Christiana passa de uma jovem inocente, cheia de receios, a uma jovem mulher com objectivos definidos e que se mantém fiel à sua personalidade e naquilo em que acredita.
 
Casamento de conveniência possui uma componente erótica. Não é excessiva e os acontecimentos são bem apresentados aos leitores.
 
Infelizmente, este livro possui muitas imprecisões. São palavras que estão a mais, erros ortográficos e incongruências e alguns pontos da narrativa. Relativamente a este último aspecto, apenas identifiquei dois momentos no livro. Em ambos os momentos verifica-se uma incongruência ao nível do espaço físico em que as personagens se encontram. Foram dois momentos bastante confusos no livro e em que repeti a leitura apenas para ver se me tinha distraído e se me tinha escapado alguma coisa.

Opinião | "As regras da sedução" de Madeline Hunter (Rothwell Brothers #1)

 




Opinião
As Regras da sedução foi o primeiro livro que li de Madeline Hunter. Foi um livro que eu gostei, que me cativou, mas não me deslumbrou nem me levou a uma leitura compulsiva. 
Este romance apresenta-nos a estória de Alexia e Hayden, duas pessoas que se cruzam devido a problemas familiares. Alexia vê-se obrigada, depois da falência dos seu próprio pai, a viver com os primos maternos. Alexia acaba por se apaixonar por um dos primos que morre, misteriosamente. Mas esta família guarda mais mistérios que acabam por levá-los à ruína financeira.
Alexia, enquanto chora a perda do primo deixa-se seduzir por Hayden e acaba por casar com ele.
É uma relação marcada por muita sensualidade onde o amor e a paixão vão nascendo com a convivência e com as pequenas partilhas.

Em termos narrativos, este livro não cativa muito. Por vezes, torna-se pouco apelativo e não agarra o leitor às personagens e aos acontecimentos que vão sucedendo. Não é um livro que obrigue a fazer grandes reflexões.
Alexia gostava de Benjamin (o seu primo) mas descobriu facetas dele que não conhecia. Este acontecimento é dos raros  momento em que pode levar o leitor a questionar as coisas e a questionar a sua própria a vida. Afinal, até que ponto conhecemos verdadeiramente as pessoas de quem gostamos e que nos são próximas.

Não é uma narrativa arrebatadora. Porém consegue transportar-nos para o passado, com boas descrições do vestuário da época e do modo de viver. A descrição que é feita das personagens é, igualmente, um aspecto positivo uma vez que nos permite criar uma imagem mental das personagens.

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